Você cobra ou dá de presente? O guia definitivo da Precificação Justa no Crochê

Você já passou horas na agulha para criar um tapete lindo, e na hora de vender, sentiu que o valor que cobrou não pagou nem o material, quem dirá o seu tempo? Se você respondeu sim, este post é o mais importante que você lerá hoje no blog da Kleu Artesanato.

Muitas artesãs caem no erro comum de multiplicar o custo do material por 3. Isso não é precificar, é chutar! Cobrar errado destrói o seu lucro e desvaloriza todo o artesanato. Hoje, vou te ensinar a valorizar cada ponto.

O que não pode faltar na sua conta:

  1. Custo do Material (Real): Não é só o preço do novelo. É quanto barbante você realmente usou naquela peça. Use uma balança de precisão!
  2. Sua Hora de Trabalho: Este é o maior erro! Você precisa definir quanto quer ganhar por mês e quantas horas vai trabalhar. Divida um pelo outro e você terá o valor da sua hora. Multiplique pelo tempo que levou para fazer a peça.
  3. Custos Fixos: Uma pequena porcentagem da sua conta de luz, da internet e do aluguel do ateliê deve ser cobrada em cada peça.
  4. Sua Margem de Lucro: É o valor que sobra para você reinvestir no negócio, comprar novas cores ou investir em conhecimento. Sem lucro, o negócio não cresce.

Valor vs. Preço

Lembre-se: o cliente não está comprando só barbante. Ele está comprando sua criatividade, seu tempo, sua dedicação e um item exclusivo para decorar a casa dele. Valorize seu talento!

Dica da Kleu: Eu sei que fazer essa conta parece difícil, mas foi cobrando o preço certo que consegui viver de crochê e pagar todas as minhas contas.


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